Unidades da Rede Sesa apresentam balanço de atividades em oficina de monitoramento e avaliação
25 de fevereiro de 2026 - 13:39 #monitoramento e avaliação #planejamento estratégico
Assessoria de Comunicação da Sesa
Texto e foto: Evelyn Ferreira

A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) realiza, nos dias 25 e 26 de fevereiro, a Oficina de Monitoramento e Avaliação dos Mapas Estratégicos das unidades da Rede Sesa. O momento é organizado pela Coordenadoria de Desenvolvimento Institucional e Planejamento (Codip), da Secretaria Executiva de Planejamento e Gestão Interna (Sepgi).
O encontro reúne representantes de todas as unidades que compõem a Rede Sesa para apresentar resultados relativos ao ano de 2025. “Nós estamos fortalecendo a gestão para proporcionar os resultados esperados para a população e o crescimento do acesso à saúde”, afirma Carla Barroso, titular da Sepgi.
De acordo com Thales Veras, gestor da Codip, o monitoramento e a avaliação são etapas essenciais do processo de planejamento e permitem identificar pontos de melhoria e a realização dos ajustes necessários para aperfeiçoar os processos de trabalho.
“A gente faz um consolidado dos resultados do ano de 2025. E, com essas unidades, a gente faz esse balanço dos principais resultados, do desempenho dos indicadores. A gente traz esses diretores e esses representantes para apresentar os seus resultados e pactuar os compromissos do ano de 2026”, explica Thales.
Ao longo de dois dias, serão apresentados os resultados das unidades, complementados por análises orçamentárias específicas. Kamila Sindeaux Barreira, gestora da Coordenadoria de Apoio à Gestão da Rede Assistencial (Coger), afirma que os encontros são estratégicos para a realização de avaliações qualitativas. “Esse é um ambiente coletivo e que nos proporciona essa análise com o apoio do Nível Central”, pontua.
Tanara Pereira, coordenadora do Escritório da Qualidade do Hospital de Saúde Mental Professor Frota Pinto (HSM), avalia a troca de experiências com outras unidades como positiva. “É um momento importante porque é de compartilhamento. A gente não participa só enquanto Hospital Mental. É a nossa experiência compartilhada com os outros hospitais da Rede. E a oportunidade que a gente tem de conversar sobre esses resultados. O que é que eu fiz diante daquele resultado do meu indicador? E de que maneira a própria Secretaria de Saúde pode estar nos dando suporte para a melhoria desses indicadores?”, explica a coordenadora.