Hanseníase tem cura e tratamento é gratuito

26 de janeiro de 2018 - 12:04 # #

Em continuidade à programação do Janeiro Roxo, uma campanha mundial de conscientização para o enfrentamento e controle da hanseníase, a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) realiza, em parceria com a Secretaria da Justiça e Cidadania (Sejus), na segunda e terça-feira, dias 29 e 30, rodas de conversa, das 9 às 12 horas, nos núcleos de saúde das centrais do Vapt Vupt de Messejana e Antônio Bezerra e palestras com ações de busca ativa dos casos da doença, das 8 às 17 horas, no complexo penitenciário do estado. Na quarta-feira, 31, Dia Mundial de Luta Contra a Hanseníase, a campanha encerrará com webpalestra transmitida pelo Núcleo de Telessaúde da Sesa, das 14 às 16 horas, clique aqui para assistir.

“O objetivo é de conscientizar a população sobre a importância do combate à doença e reafirmar o compromisso político e social para aumentar a atenção e o tratamento oportuno dos casos diagnosticados”, diz Gerlania Martins, articuladora do Programa de Hanseníase do Ceará. De acordo com a articuladora estadual, a campanha deste ano tem o foco especialmente a população masculina. “A campanha do dia mundial é para alcançar toda a população, bem como o público-alvo: homens na faixa etária de 20 a 49 anos, considerando esta uma importante parcela da população com alto risco de adoecimento”, ressalta.

A ação para alcançar internos do sistema penitenciário no dia 29 será uma palestra na “Rádio Livre”, projeto de comunicação da Sejus. No dia 30, além da palestra, será feita uma busca ativa de casos novos no Complexo Itaitinga 1 e 2, Pacatuba, Caucaia, Maracanaú, Juazeiro do Norte e Crato. Ainda no dia 30 de janeiro, haverá também ações e palestra sobre sinais e sintomas da hanseníase em um canteiro de obras no Cocó, em Fortaleza, à Rua Vilebaldo Aguiar, 2000, das 7 às 8h30. Cento e cinquenta trabalhadores serão orientados sobre como identificar a doença.

Hanseníase. Identificou. Tratou. Curou.

A hanseníase é uma doença infecciosa, contagiosa, causada pelo bacilo de Hansen (Mycobacterium leprae). Não é hereditária. A transmissão se dá entre pessoas. Uma pessoa doente que apresenta a forma infectante da doença (multibacilar – MB), estando sem tratamento, elimina o bacilo pelas vias respiratórias (secreções nasais, tosses, espirros), podendo assim transmiti-lo para outras pessoas suscetíveis.

O bacilo de Hansen tem capacidade de infectar grande número de pessoas, mas poucas pessoas adoecem porque a maioria tem capacidade de se defender contra o bacilo. O contato direto e prolongado com a pessoa doente em ambiente fechado, com pouca ventilação e ausência de luz solar, aumenta a chance da pessoa se infectar. A sua evolução apresenta múltiplas manifestações clínicas e se exterioriza, principalmente por lesões dos nervos periféricos e lesões cutâneas. Assim que a pessoa doente começa o tratamento deixa de transmitir a doença.

Em 2017, o Ceará registrou 1.668 casos de hanseníase. E este ano, conforme atualização semanal de doenças compulsórias, referente à semana epidemiológica três (14 a 20 de janeiro), há 17 casos confirmados no estado. O tratamento para hanseníase é gratuito e oferecido na rede básica do Sistema Único de Saúde (SUS).

Mais informações: (85) 3101-5284.

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