Eficácia do tratamento pode ser potencializada com atuação do farmacêutico
19 de janeiro de 2018 - 18:34

Pacientes que pesquisam aleatoriamente sobre sintomas de uma suposta doença e acabam tomando medicamento sem orientação profissional podem estar mascarando uma doença mais grave. A promoção do uso racional de medicamentos é uma das diversas atividades exercidas pelos farmacêuticos que trabalham no Sistema Único de Saúde (SUS) e pode evitar que histórias de automedicação se repitam. O trabalho desses profissionais também potencializa os efeitos benéficos do tratamento, uma vez que pode ajudar a evitar as interações medicamentosas, quando um remédio inibe ou potencializa os efeitos de outro.
A atuação dos farmacêuticos contribui para ampliar o acesso aos medicamentos na rede pública, integrar a assistência farmacêutica às demais políticas de saúde, otimizar a gestão dos recursos humanos e financeiros e incorporar o farmacêutico à rede de saúde (municipal, estadual, regional) na gestão do medicamento e no acompanhamento dos pacientes em seu processo de tratamento. No dia 20 de janeiro, é comemorado o Dia do Farmacêutico. A data foi escolhida em função da fundação da Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF), em 20 de janeiro de 1916.
A coordenadora da Assistência Farmacêutica da Secretaria da Saúde do Ceará , Fernanda França Cabral, explica que o farmacêutico é o profissional que visa racionalizar o uso dos medicamentos e, assim, tentar evitar que se faça a automedicação. “A atuação do farmacêutico contribui para o empoderamento do paciente, para que ele conheça os medicamentos e a importância de cada um deles no tratamento, para que tome na dose adequada e sem se automedicar”, ressalta.
A inserção do farmacêutico nas equipes do SUS também pode contribuir para gerar economia aos cofres públicos, humanizar o atendimento e colaborar na gestão da logística dos medicamentos e dos serviços da saúde. O cardiologista e secretário adjunto de Saúde do Ceará, Marcos Gadelha, também reforça a importância do trabalho interdisciplinar do médico e do farmacêutico no Sistema Único de Saúde. “Um dos problemas de segurança na saúde é o efeito adverso (dano sem intenção) e o trabalho da farmacologia clínica consegue aumentar a probabilidade de o tratamento ter efeitos benéficos”, explica.

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