Exame menos invasivo melhora qualidade de vida de pacientes do HGCC

14 de dezembro de 2017 - 16:16

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No primeiro retorno após a cirurgia, a dona de casa Léia Mesquita Feitosa Leitão já está se sentindo melhor e aliviada. A esperança é que as dores não voltem mais e que ela possa ter uma vida normal e sem crises, que, de tão fortes, a levavam ao hospital para tomar medicação. “Eu ia para o hospital de madrugada com dores, tomava remédios, medicação para dor. Sofria demais”, relata. Léia foi uma das pacientes que fez histeroscopia, um tipo de exame ginecológico menos invasivo, no Hospital Geral Dr. César Cals (HGCC), do Governo do Ceará.

O procedimento ocorreu durante o I Encontro de Histeroscopia Cirúrgica do HGCC, nos dias 24 e 25 de novembro, quando foram realizados cinco histeroscopias. Casos como o de Léia foram abordados no encontro, onde profissionais foram atualizados sobre o aprimoramento e a difusão das técnicas minimamente invasivas para o tratamento de problemas ginecológicos, como miomas, infertilidade, malformações do útero, pólipos do útero, entre outros.

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Ela conta que era sempre atendida e medicada, mas nunca teve a oportunidade de um tratamento especializado. Isso só foi possível quando foi encaminhada para o Hospital César Cals, onde fez os exames mais específicos e estava em acompanhamento médico para o tratamento. Léia faz parte do grupo de mulheres que tem útero septado, uma malformação uterina que causa abortos e problemas no desenvolvimento do embrião e é caracterizada por uma divisão na cavidade uterina.

João Paulo Timbó, médico do César Cals, ressalta que o hospital é reconhecido pela atuação em ginecologia e obstetrícia e que o encontro foi uma maneira de aprimorar as técnicas já adotadas no HGCC. “Investimos em conhecimento para permitir um resultado ainda melhor para o paciente”, enfatiza. Segundo o médico, a histeroscopia é indicada em caso de miomas, pólipos uterinos, infertilidade, espessamento do endométrio, entre outros. “É um exame que permite diagnósticos mais precisos e a possibilidade de biópsias”, diz. O exame permite ainda a realização de procedimentos minimamente invasivos, como o que foi feito no caso da paciente Léia, que recebeu boas notícias em sua consulta pós-cirúrgica.

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Para o diretor geral Antônio Eliezer Arrais Mota Filho, o Hospital César Cals cumpre com sua função de promover a saúde e oferecer serviços resolutivos aos pacientes. De acordo com ele, o encontro proporcionou mais qualidade técnica para os profissionais do HGCC. “Com isso, a equipe que atua no Hospital César Cals fica cada vez mais aprimorada para atuar nos casos mais complexos”, destaca. Ele afirma que os pacientes têm acesso a equipamentos modernos, estrutura adequada e profissionais com capacidades técnica e científica para a atuação nos diversos casos.

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Semanalmente, cerca de 20 a 25 histeroscopias são realizadas pelo serviço de ginecologia e obstetrícia do HGCC. Por mês, são quase 90 procedimentos. As pacientes são encaminhadas para o ambulatório, onde passam por consultas e exames conforme a complexidade de cada caso.

Fotos: Assessoria de Comunicação do HGCC.

Assessoria de Comunicação do HGCC
Wescley Jorge
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