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Começa em Quixeramobim construção de mais um hospital regional
Qua, 09 de Maio de 2012 00:32

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A dimensão histórica do ato para a região foi o aspecto mais ressaltado durante a solenidade de assinatura da ordem de serviço para o início imediato das obras do Hospital e Maternidade Regional do Sertão Central (HRSC), na noite de terça-feira, 8 de maio, na praça do Marco Zero, em Quixeramobim.  Logo após ser assinada pelo governador Cid Gomes, pelo secretário da Saúde do Estado, Arruda Bastos, e por Carlos Fujita, representante do consórcio Fujita-Castelo Branco, vencedor da licitação, a ordem de serviço foi equiparada pelo prefeito Edmilson Junior à ordem de construção do açude Cedro pelo imperador D. Pedro II, ainda no século XIX, e à construção da barragem de Quixeramobim, concluída em 1958 pelo governo do presidente Juscelino Kubitscheck.

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“O que se fez em todos os tempos pela saúde do Ceará não se compara ao que o Governo Cid Gomes faz”, disse o secretário Arruda Bastos, antes de afirmar que todos os presentes à solenidade estavam ali fazendo história. “Esse é o primeiro hospital do Brasil e talvez do mundo construído de forma democrática”, afirmou Arruda Bastos. Ele lembrou que a Macrorregião de Saúde do Sertão Central foi definida de forma democrática, junto com os prefeitos municipais, e que, há um ano, no dia 9 de maio de 2011, Cid Gomes teve a primeira reunião com prefeitos, vereadores e conselheiros municipais de saúde, no Centro de Convenções de Fortaleza, para iniciar o processo de escolha da cidade que iria receber o hospital regional.

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A escolha do município de Quixeramobim para sediar o hospital regional foi, dessa forma, histórica. Ao invés de decidir a localização, o governo do Estado lançou para a região o direito de escolha. A população, através de conselhos de saúde e gestores municipais, participou da votação que, por maioria, venceu Quixeramobim. Os concorrentes foram os municípios de Boa Viagem, Canindé e Quixadá. “A escolha democrática deu endosso ao município para receber o hospital”, disse o prefeito de Quixeramobim, Edmilson Junior, depois da assinatura da ordem de serviço.

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Com a construção dos hospitais regionais e, ainda, 22 policlínicas, 18 Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs), 48 Unidades de Pronto Atendimento (UPAS 24 horas) e universalização do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), o Ceará implanta uma das mais robustas redes de assistência à saúde do país, como confirmou o governador Cid Gomes. “Criar a maior e melhor rede de saúde de todos os estados brasileiros – essa é a tarefa entregue ao secretário Arruda Bastos”, revelou o governador.

Ao finalizar, Cid Gomes prometeu retornar ao município. “Em setembro de 2013, vamos voltar aqui para inaugurar o hospital que vai fazer de Quixeramobim a cidade referência da saúde no Sertão Central”.
 

Terceiro hospital regional

O HRSC será o terceiro hospital construído no interior pelo Governo do Estado. O investimento é de R$ 67.659.929,77 em obras, com previsão de término em 16 meses. Com 252 leitos, o novo hospital da rede pública estadual atenderá a população de 612 mil habitantes dos municípios de Boa Viagem, Canindé, Caridade, Itatira, Madalena, Paramoti, Banabuiú, Choró, Ibaretama, Ibicuitinga, Milhã, Pedra Branca, Quixadá, Senador Pompeu, Solonópole, Aiuaba, Arneiroz, Parambu, Tauá e Quixeramobim.
 
O HRSC terá 15 leitos na emergência infantil, 30 leitos na emergência adulto, 20 leitos de UTI, 16 leitos de terapia semi-intensiva, 12 leitos de cirurgia, 8 no setor de neonatalogia, 11 leitos neonatais e 140 leitos na enfermaria. Serão 11 salas de cirurgia, 15 consultórios e oito salas de exames e tratamentos. A exemplo do Hospital Regional Norte, que já ficará pronto neste semestre,  o Hospital e Maternidade Regional do Sertão Central contará também com um Centro de Atenção à Saúde Sexual e Reprodutiva da Mulher para ampliar e qualificar a assistência às mulheres, reduzindo a mortalidade materna. 
 
No total, o hospital terá área construída de 19.505 metros quadrados. O HRSC terá perfil terciário, ou seja, fará atendimento a casos de alta complexidade, semelhante aos outros dois hospitais regionais – o Hospital Regional do Cariri, já em funcionamento em Juazeiro do Norte desde abril de 2011, e o Hospital Regional Norte, em conclusão já neste semestre em Sobral. O Hospital Regional Metropolitano, em fase final de estudo de viabilidade, a ser construído em Fortaleza também será de alta complexidade para assistência à população da capital e Região Metropolitana.


 
 

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